Listando eventos para o dia 9/8

Mostra Competitiva Nacional

O Festival Brasileiro de Cinema Universitário consagra-se, ano após ano, como um dos mais importantes fóruns de exibição, discussão e reflexão da produção audiovisual universitária nacional.

Nesta 14ª edição recebemos aproximadamente 350 inscrições e buscamos, durante o processo de seleção, ampliar nossos olhares e lançá-los na direção dos muitos horizontes originados nos cursos de cinema e audiovisual Brasil afora, que têm crescido em grandes proporções nos últimos tempos.

A Mostra Competitiva Nacional deste ano vem um pouco mais enxuta, e nela exibiremos 44 obras (sendo 13 estréias) ao longo de 6 programas, privilegiando nossa plateia com um recorte bastante rico, reflexo das mais diversas proposições artísticas, experimentais, técnicas, poéticas, clássicas, anárquicas, documentais e outras mais criadas pelos nossos jovens realizadores.

Esperamos que vocês embarquem nesta viagem de múltiplas narrativas fílmicas, e que ela lhes proporcione o mesmo encanto, prazer e curiosidade que nos envolveu, suscitando um grande leque de questões durante os nossos debates.

Lembramos ainda que vários títulos excelentes, que não puderam ser programados na Competitiva, somente poderão ser vistos nas sessões da Mostra Informativa. Eles serão apresentados por programas temáticos e os realizadores também poderão bater um papo com o público logo após a sessão.

Portanto, dispense os intermediários, descubra os curtas e seja você mesmo o jurado.

JURI


Jorge Luiz Cruz
é doutor em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo/Puc-SP. Professor adjunto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Organizou o livro "Gilles Deleuze: sentidos e expressões" (Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2006), escreve e apresenta o quadro radiofônico "No escurinho do cinema", na Rádio Manchete do Rio de Janeiro e realizou o curta-metragem "A quadrilha", em 35mm.

Sérgio Ricardo
é cineasta, artista visual, escritor e músico. Diretor de "Esse mundo é meu" (1963), "Juliana do amor perdido" (1968), "A noite do espantalho" (1973) e "Zelão" (2002). Compôs trilhas sonoras para cinema, teatro e TV, ganhando destaque o trabalho em "Deus e o diabo na terra do sol" (1964), de Glauber Rocha e "O lado certo da vida errada" (1996), de Otávio Bezerra. Teve passagem pelo Festival de Música Popular Brasileira, além de ter diversos discos e livros lançados, além de seu trabalho como pintor.

Rosangela Sodré
é formada em Cinema pela UFF, com pós-graduação em Comunicação e Imagem pela PUC-Rio. Atualmente trabalha como pesquisadora no CTAv (Centro Técnico Audiovisual da Secretaria do Audiovisual). Faz parte da equipe de curadoria do Araribóia Cine e do programa Curta Brasil na TV Brasil.

Carla Gama
é aluna de Cinema da Univercidade (5º período).

Natasha Hernandez
é aluna de Cinema e Audiovisual da UFF (4º período).

Salomão Santana
é aluno de Audiovisual da UNIFOR (3º período).

Programação

Mostra Informativa

Mostra Informativa

Programação

Sessões Especiais

Sessões Especiais

Programação

Encerramento

Pelo oitavo ano consecutivo apresentamos mais um filme fruto do Projeto Sal Grosso. O trabalho premiado pela Oficina de Roteiros ministrada durante a 13ª edição do festival saiu da UFSCar. Raul Maciel, o autor de água viva, conforme a dinâmica do Projeto se encarregou da direção, enquanto as demais funções técnicas foram distribuídas pelas escolas que possuíam os melhores trabalhos no festival. Conforme escolheu o júri da Mostra Competitiva, a ECA/USP ficou responsável pela fotografia; a UFF pela captação do som direto; a FAAP pela direção de arte; a FAP pela montagem; e a PUC-Rio pela edição de som.
É imprescindível destacarmos o apoio de novos e antigos parceiros, sem o qual o Projeto Sal Grosso não poderia se realizar. Além deles, também o importante papel exercido pelas Universidades, que não só indicam e enviam seus alunos por seus próprios critérios, como também contribuem além de suas áreas de atuação.
A equipe de água viva esteve envolvida com as filmagens do roteiro em abril deste ano, na pequena cidade de Miguel Pereira – RJ. A oportunidade do trabalho em equipe realizado por alunos de diversas partes do país e que até então mal se conheciam, permitiu uma rica troca de experiências entre todos. O resultado deste trabalho comum em prol de um filme poderá ser conferido na última noite do festival.

Programação