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OFICINA FILMES DE BOLSO – IMAGINAÇÃO DIGITAL
MARÉ - OBSERVATÓRIO DE FAVELAS

A Oficina "Imaginação Digital" da Escola Popular de Comunicação Crítica se insere no contexto atual das novas tecnologias que vem sendo rapidamente apropriadas pela sociedade em geral na produção de comunicação, em especial, a audiovisual. Nas favelas do Rio de Janeiro não é diferente. A Internet é uma febre, sites de relacionamento viraram ferramentas amplamente usadas pelos seus moradores, transferindo o conceito de comunidade para o espaço virtual. Infelizmente esse uso ainda se dá pelo viés do consumo. A Oficina irá estimular o aluno a criar vídeos e fotos através de celulares e depois colocar essa produção em um blog que será construído coletivamente. A intenção é utilizar a tecnologia digital de forma autônoma, criativa e consciente.

Coordenação da Oficina:
Márcio Blanco é formado em cinema pela Universidade Federal Fluminense e realizador de curtas premiados de ficção, documentários e a série de tv para o canal Futura CRÔNICAS URBANAS. Coordenador de audiovisual da OSCIP Observatório de Favelas, cujos principais projetos são o Cineclube Sem Tela, reconhecido como Ponto de difusão do MinC, o Festival Audiovisual Visões Periféricas e a Escola Popular de Comunicação Crítica que atende a jovens de diversas comunidades do Rio de Janeiro.


Abertas as inscrições para OFICINA DE VJ

Quinta-feira, 19 de julho, das 09 às 13horas e 14 às 18horas
Local: Antiqua Sappore

Pretende-se com essa oficina fazer uma introdução ao universo da live image - projeção de imagens em tempo real, acompanhando o som de uma festa ou apresentação musical. A performance visual que acompanha a performance do DJ.

Oficinista:
Simplício Neto é mestre em Cinema pela UFF, diretor e roteirista de documentários e programas de TV. Trabalha com edição de vídeo, internet e multimídia desde 1996. Começou a trabalhar com live image na PHUNK!, festa mensal no clube Bola Preta no Rio de Janeiro, onde há 5 anos é o VJ residente. Nesse período já se apresentou também em diversos outros eventos culturais, em lugares como Circo Voador, Oi Futuro, Casa da Matriz, Fundição Progresso e Casarão Cultural dos Arcos.

10 Vagas
Os interessados devem enviar um breve currículo especificando a disciplina de Edição e Montagem cursada, além de uma carta de intenção ao e-mail: oficinas@fbcu.com.br


OFICINA DE ROTEIRO DO PROJETO SAL GROSSO
QUARTA, 18 de julho, 13:00/17:00
QUINTA, 19 de julho, 13:00/17:00
SEXTA, 20 de julho, 13:00/17:00
SALAS DE CONVENÇÃO, HOTEL CARIOCA

Desta oficina participam 11 roteiros selecionados entre trabalhos inscritos por alunos dos cursos de cinema e audiovisual de todo o Brasil. Ao longo de três dias, os roteiristas trabalharão em seus projetos com os palestrantes responsáveis pela oficina, buscando a evolução desses roteiros. Ao fim do terceiro dia, os oficinistas escolherão aquele que considerarem o melhor roteiro e os autores contemplados poderão dirigir o mesmo no PROJETO SAL GROSSO VII, que encerrará o festival de 2007.

Oficinistas:
Andrea Tonacci é cineasta nascido em Roma, Itália (1944), mudou-se para o Brasil em 1953. Desde 1964 realiza trabalhos em cinema. Em 1968 realizou BLÁ BLÁ BLÁ e em 1970, filmou o longa-metragem BANG BANG. Depois, dedicou-se a documentar o processo de transformação das sociedades indígenas usando a interatividade do vídeo. Recebeu duas bolsas para pesquisa audiovisual da John Simon Guggenheim Memorial Foundation. Entre 1970 e 1980 produziu os documentários CONVERSAS NO MARANHÃO, INTERPRETE MAIS, PAGUE MAIS, e a série OS ARARA para a TV. Desde 1990, administra a Extrema, sua própria empresa produtora,associado à montadora Cristina Amaral. Em 2006 concluiu seu último longa metragem, SERRAS DA DESORDEM.

Janaína Diniz Guerra é cineasta, trabalhou em vários departamentos da área do audiovisual como atriz, produtora, assistente de direção, diretora e roteirista. Dirigiu e roteirizou os curta-metragens POSTA RESTANTE, DA TERRA e TUDO O QUE NASCE DA CABEÇA. Assinou assistência de direção nos longa-metragens DEUS É BRASILEIRO de Cacá Diegues; AS TRÊS MARIAS de Aluízio Abranches; ESTORVO de Ruy Guerra; O RAP DO PEQUENO PRÍNCIPE CONTRA AS ALMAS SEBOSAS de Paulo Caldas e Marcelo Luna e O VENENO DA MADRUGADA baseado no livro de Gabriel Garcia Márquez. Foi roteirista do curta-metragem de ficção EMBRULHO PARA PRESENTE e do documentário NOTURNO. Também foi colaboradora de roteiro na adaptação do livro “Estorvo” de Chico Buarque de Hollanda.

Marco Dutra se formou em Cinema na Universidade de São Paulo. Dirigiu, com Juliana Rojas, os curtas O LENÇOL BRANCO (2004) e UM RAMO (2007), ambos selecionados para o Festival de Cannes. Um Ramo venceu o Prêmio Descoberta para o Melhor Curta da Semana da Crítica. Dirigiu ainda CONCERTO NÚMERO TRÊS (2004), produzido pelo FBCU e vencedor dos Candangos de Melhor Roteiro e Especial do Júri no Festival de Brasília. Co-escreveu o roteiro do longa VÓRTICE, de Eduardo Valente, e atualmente trabalha em seu primeiro longa com Juliana Rojas, TRABALHAR CANSA.  



Abertas as inscrições para OFICINA DE FINALIZAÇÃO

Segunda-Feira, 16 de Julho, das 9 às 12horas /
Terça-feira, 17 de Julho, das 10 às 14 horas
Quarta-feira, 18 de Julho, 9 às 13horas
Quinta-feira, 19 de Julho, 9 às 13horas
Local: LINK DIGITAL

A oficina consistirá na apresentação das principais etapas do processo de finalização de um filme em película. Para atingir esse objetivo, optou-se pela realização de um trailer de curta-metragem. O primeiro passo será a decupagem das imagens e elaboração do roteiro. Na seqüência, a edição na plataforma Avid e realização de equilíbrio de cores no telecine on-line . Por último, será feita a edição on-line do trailer na estação fire e a produção da cópia final.

Link Digital é uma finalizadora de 10 anos de experiência. Apresenta uma equipe de trabalho unida, altamente qualificada, que opera equipamentos de alta definição. Realiza seus trabalhos dentro da maior qualidade e visa a satisfação completa de seus clientes.

Dentre seus principais equipamentos, destacam-se a Estação Fire HD para criar e compor efeitos em 2k e 4k; o Transfer Lasergraphics 2k e 4k para imprimir imagens digitais em negativo de 35mm; e o Telecine Shadow, da Thomson, com a mesa de correção Da Vinci 2K, para telecinagem e correção de cor.

Oficina destinada a 6 participantes. Os interessados devem enviar um breve currículo junto de uma carta de intenção ao e-mail: oficinas@fbcu.com.br


Confira a programação do SEMINÁRIO DE CRÍTICA CINEMATOGRÁFICA

Terça-feira, 17 de Julho, das 9 às 12 horas
Quarta, 18 De Julho, das 9 às 12 horas
Local: Cinemateca do Museu de Arte Moderna

Por ocasião do 12º Festival de Cinema Universitário, Luiz Carlos de Oliveira Jr. e Tatiana Monassa (ambos editores e redatores da revista Contracampo), juntamente com Pedro Butcher (Folha de São Paulo, Filme B) oferecerão um seminário de Crítica Cinematográfica, tendo como gancho a homenagem ao professor, teórico de cinema e ensaísta Ismail Xavier. O seminário se dividirá em duas partes: o pensamento cinematográfico como atitude diante do mundo e o exercício da crítica de cinema.

Palestrantes:
Luiz Carlos Jr. é editor da revista de cinema Contracampo, onde escreve desde 2002. Ministrou aulas no CineSESC-SP, em cursos sobre cinema contemporâneo (2003, 2005 e 2007), e conduziu seminários sobre cinema contemporâneo, assim como uma oficina de crítica de cinema, durante a Mostra Londrina de Cinema em 2005 e 2006. Diretor e roteirista de O DIA EM QUE NÃO MATEI BERTRAND, curta-metragem em 35mm adaptado do conto homônimo de Sérgio Sant'anna, e diretor e roteirista de GRUMARI, curta-metragem em 16mm.

Pedro Butcher é formado em jornalismo pela Escola de Comunicação da UFRJ. É autor dos livros Abril despedaçado – História de um filme, em parceria com Anna Luiza Müller (Companhia das Letras, 2001), Cinema: desenvolvimento e mercado, com Paulo Sérgio Almeida (BNDES/Aeroplano, 2003), e Cinema brasileiro hoje, da coleção Folha Explica (Publifolha, 2005). Atualmente edita o website Filme B, especializado no mercado cinematográfico brasileiro, e é crítico colaborador do jornal Folha de S. Paulo. Em março de 2006, concluiu mestrado na Escola de Comunicação da UFRJ, sob orientação da professora Consuelo Lins.

Tatiana Monassa é co-editora e redatora de Contracampo. Publicou artigo no livro Cinema Brasileiro 1995-2005 – Ensaios sobre uma década, com organização de Daniel Caetano. Editou o catálogo da mostra "As Muitas Faces de Jece Valadão", realizada no CCBB-Rio em 2006. Foi editora de catálogo, curadora e produtora da Mostra Assim Canta Bollywood, realizada no CCBB-Brasília em 2005. Ministrou aulas no CineSESC-SP em cursos sobre o cinema contemporâneo em 2005 e 2007. Diretora, produtora, roteirista e montadora de ADRIFT, curta-metragem em finalização.


 

A Oficina de roteiros do Projeto Sal Grosso foi possível graças ao apoio do HOTEL CARIOCA;

O Seminário de Crítica Cinematogáfica foi possível graças ao apoio do MUSEU DE ARTE MODERNA;

A oficina de VJ foi possível graças ao apoio do
ANTIQUA SAPPORE.

 

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VIII FBCU (2003) - IX FBCU (2004) - X FBCU (2005) - XI FBCU (2006)